Particularmente usado no campo da nanotecnologia, a engenharia que realiza a modelação e o fabrico de sistemas à escala molecular, o artigo do cientista de Coimbra, Carlos Fiolhais, foi publicado em 1992, na revista norte-americana “Physical Review B”, em colaboração com John Perdew, da Universidade de Tulane, em Nova Orleães, nos Estados Unidos,os primeiros autores de um estudo que apresenta uma fórmula inovadora que descreve a energia de um sistema electrónico.Entre outros artigos mais citados do universo da investigação científica portuguesa, este aparece destacado, pois nada mais nada menos, é o artigo de referência há 15 anos na área da nanotecnologia, "Atoms, Molecules, Solids, and Surfaces: Applications of the Generalized Gradient Approximation for Exchange and Correlation".Adoptado nos programas de modulação molecular, o artigo alcançou já 5.600 citações na web.
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5.8.08
28.9.07
Olhar, antes de 1986
Esta mensagem de vida antes de 1986 partilha-a com outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".
Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986.
Chamam-se jovens.
Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados e com rebentos ou a casar ou a separar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Ana (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
SIM, ESTÁS A FICAR VELHO/A heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.
Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986.
Chamam-se jovens.
Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados e com rebentos ou a casar ou a separar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Ana (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
SIM, ESTÁS A FICAR VELHO/A heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.
25.9.07
Antes de 1986...
Um texto que vagueia na net e que contém algumas verdades sobre idos de outrora, parq eum queira recordar e aprender ainda alguma coisa...
Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box, wii, etc.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossosmas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não, íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
27.6.07
Centro de Excelência
A Cruz Vermelha Portuguesa decidiu avançar num projecto único em Portugal, apoiando o neuro-cirurgião Dr. António Reis na constituição de um centro de excelência multidisciplinar para a investigação, monitorização e recuperação de pessoas especiais, designadamente acidentados ao nível da espinal medula e sujeitos à sua condição actual de tetra ou paraplegia.O centro ficará localizado num espaço da Cruz Vermelha, situado na zona de Telheiras, aproveitando as instalações que já dispõem de ginásio e piscina e especialmente habilitado para acolher pessoas nestas condições.Tendo refletido este tema e eleito como personalidade do ano 2006 o Dr. António Reis, é com entusiasmo que vemos a Cruz Vermelha Portuguesa tomar esta iniciativa arrojada e inovadora, fazendo votos que se transforme a breve trecho num estudo de caso ao nível global, bem como ali haja oportunidade de produzir conteúdos médicos e científicos inovadores ao nível da neuro-cirurgia, fisiatria, fisioterapia, sistema nervoso, endocrinologia, entre outras áreas da ciência médica.Fazemos votos também para que o projecto tenha sucesso e a Cruz Vermelha Portuguesa possa incluir outras iniciativas inovadora, associando estes conhecimentos a outras missões.conheça o trabalho do Dr. António Reis.
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