O executivo camarário de António Costa em Lisboa descobriu agora como equilibrar as finanças autárquicas, exemplo que deverá ser seguido por todo o país dos edis portugueses.Não fora a medida ser desadequada, uma vez que o mal está a montante, quando se verifica a total falta de respeito pelo cidadão e o massacre da sua contribuição financeira para o esforço de vida comunitária por parte dos fósseis da construção civil que dominam o país, quando se verifica a inexistência de contratos efectivos que derimam o retorno de capitais e multas para os municípios e destes para os cidadãos.Agora é que se pagam favores políticos e se encaminham responsáveis políticos a cargos nas próprias construtoras, na sequência do assalto aos bancos e sistema financeiro português, em geral, sem que haja a preocupação da justiça em averiguar estas questões.Pois o executivo camarário de Lisboa resolve anunciar com pompa e circunstância que dos 5,2 milhões de euros em dívida, vai ficar em casa, vulgo saldo de contas, com as medidas adequadas: a primeira medida, ressarcindo-se de prejuízos nos atrasos das obras do Túnel do Marquês, tão contestado na oposição a Santana Lopes, recusa-se a pagar 3,7 milhões de euros à construtora, eliminando cerca de 70% da dívida pública; a segunda medida, na nossa proposta de resolução pública da dívida da Câmara Municipal de Lisboa, o restante da conta remanescente, acrescido de juros à taxa bancária do empréstimo obtido junto dos bancos, é enviar ao Sr. Sá Fernandes pela implementação da providência cautelar, que ajudou ainda mais para o atraso da obra e a contribuir para o desgaste do erário económico e financeiro dos lisboetas e da sua edilidade. Aguente-se agora que é da obrigação e isto não é só falar e ter louros de justiceiro anti-corrupção!
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4.5.08
28.12.07
Saúde do Campo(s)
Depois dos anunciados encerramentos de hospitais, serviços de saúde e médico hospitalares, dispensa de enfermeiros e médicos um pouco por todo o país, incendiadas as populações e entrincheirados os adversários políticos na defesa daquelas, quiçá até oportuna nos próximos ataques eleitorais, que justificação há para ver as despesas da saúde aumentarem exponencialmente?A candura do senhor Campos a falar às televisões é assaz atroz e com uma lata que só lhe falta o cordel para a prender e evitar a sua perda!Acaso será esta uma forma de incentivar o gosto pela interioridade do país?Acaso será esta a forma de incentivar o aumento da natalidade em Portugal?Ou será mais uma forma mais expedita para o governo do senhor Sócrates e o senhor Correia de Campos desertificarem o país?Ou será para acabar por vender o interior deserto aos nuestros hermanos espanhóis?É que se calhar o senhor nuestro hermano Zapatero já informou o amigo Sócrates que ia abrir uma linha de crédito especial para a compra por atacado e alargar os terrenos da fronteira até às áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, à semelhança dos incentivos de Madrid para a comra de terrenos em volta do Alqueva...Minha gente, tocai os sinos a rebate, que estes senhores políticos já passaram do engano para nos mexerem nos bolsos!
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