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28.9.07

Olhar, antes de 1986

Esta mensagem de vida antes de 1986 partilha-a com outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".


Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho...

E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986.


Chamam-se jovens.


Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.


Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.


Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.


A SIDA sempre existiu.


Os CD's sempre existiram.


O Michael Jackson sempre foi branco.


Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.


Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.


Não conseguem imaginar a vida sem computadores.


Não acreditam que houve televisão a preto e branco.



Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:


1. Entendes o que está escrito acima e sorris.


2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.


3. Os teus amigos estão casados e com rebentos ou a casar ou a separar.


4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.


5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.


6. Lembras-te da Ana (a primeira vez).


7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.


8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.



SIM, ESTÁS A FICAR VELHO/A heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.

25.9.07

Antes de 1986...

Um texto que vagueia na net e que contém algumas verdades sobre idos de outrora, parq eum queira recordar e aprender ainda alguma coisa...
Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box, wii, etc.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossosmas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não, íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!

19.6.07

Sarcastic band - revivalismo

Sarcastic band - revivalismo

Sobre certas realidades não vale a pena olhar para trás, à espera que se transformem de novo no presente, de tempo e espaço, por muito que se queira reviver algo de muito bom da nossa mundividência e boas experiências da vida.

Os Sarcastic band tiveram uma curta existência e precisamente por isso, quem teve a oportunidade de os ver ao vivo e com a dita de escutar o(s) album(ns) ficou com essa sensação de muito por fazer, um mar de experiências por mostrar, um universo de sensações por viver, mas...já era!

Sem se quererem fazer passar por mais uma experiência de reprise e déjà vu de muitas bandas, foi mesmo assim que os Sarcastic band ficaram: muito da vida para curtir, bons momentos de música para ouvir, a mensagem na altura para passar e...sem mais aparecimentos, deram mesmo por fim do tempo à banda! Respeite-se a sua vontade, designadamente do seu vocalista, hoje com outra mundividência para gerir.

ver Sarcastic band

24.4.07

Imagem Casa Pia

Imagem Casa Pia

Congratulamo-nos com o facto de ter sido lançado o concurso público para alterar a imagem da Casa Pia. Nem só de apontamentos de reparo ou crítica servem as comunicações nos blogs, tal como referimos aqui em notícia anterior, mas também serve para evidenciar factos que alterem significativamente e de forma relevante aquilo que é substancial para uma maior e melhor cidadania.

Diz o povo e com alguma razão confirmada por alguma inércia das instituições públicas, "vale mais tarde que nunca".

20.4.07

senhores e engenheiros

Senhores e engenheiros

Entre o povo corre um ditado, " senhor é mais que doutor", tal a consideração popular, fruto de séculos de sabedoria: as pessoas são mais importantes que os títulos.

Num tempo em que já o tempo nada vale, quando se dizia que "tempo é dinheiro", a avaliar pela salganhada da ausência da data no certificado de habilitações de José Sócrates, talvez valha a pena perguntar quanto valeu esta rasura de um simples elemento fundamental, o tempo, pedra basilar de referência na evolução da civilização e na marcação de eras.

N
os dias correntes, as receitas das pessoas em Portugal são avaliadas em contos, essa moeda virtual de dimensão transnacional do mundo português, e as despesas são referidas em euros; é tal a disparidade de sentimentos da população trabalhadora deste país em relação à sua realidade presente, que já será de todo indiferente o que e qual é ou não a qualificação de José Sócrates.

Ressaibiados e extremistas, algumas vozes ainda tem a lata de se escandalizarem quando Salazar é escolhido como o melhor português de sempre. Será de facto ou é a percepção da diferença de carácter, atitude e firmeza na condução dos destinos do país?

Sinais dos tempos sentirão outros, perante os atentados que são feitos às elites e determinados sectores do poder do estado, funcionários públicos entre os mais atingidos na baixeza da consideração por eles, e por fim, os atentados aos construtores dos elementos base da cultura de um país.

Certamente, será difícil ultrapassar esta prova de fogo sem sair chamuscado da voragem política e da notícia preparada com zelo, amparada pela simplicidade de uns quantos favores prometidos e na ausência da sua prestação dos compromissos.

A quem serve toda esta parangona da chicane política? Aos sicários e mercenários do poder é com toda a certeza; ao país de pouco servirá e à sua imagem a nível internacional; finalmente, sobre o povo, a quem deveriam servir os políticos e quantos se dedicam ao serviço público, é que se abate o efeito de dirigentes com curto pudor e sem escrúpulos.

Bem ajam todos os que contribuiram de forma significativa para a revelação de tamanha hipocrisia e da oferta de verdadeiras pechinchas noticiosas em tempo de saldos de verão antecipados.

Quem se proclamava como o paladino da inovação, da transparência, da moralidade, de ter estratégia e visão para o país, ter a honradez e obter a explicação transparente de como se consegue um título académico, já é outra música!

Todavia, tenhamos em conta que não é só esta personalidade, pois nos idos da revolução dos cravos, tomados de assalto os registos das universidades, quantos serão afinal os actuais políticos e titulados académicos que granjearam o seu título com a falcatrua?

Muitas destas pessoas dirigem hoje os destinos de muitas entidades, instituições públicas e empresas, mas como há pouco hábito em Portugal de fazer o rastreio destas titularidades e de confirmar referências, de facto pouco vale o título académico para além da experiência profissional adquirida na base do saber e do que efectivamente se sabe com a experiência da vida

A realidade nua e crua é esta: muitas destas pessoas são os responsáveis hoje pelos nossos destinos no futuro e o espectro do fartar vilanagem no mar rosa do poder é "o que está a dar".

Desconhecia que os blogs fossem tão poderosos a ponto de ultrapassar o 4º poder na revelação destes escândalos, servindo para justificar a tese da cabala política, conforme referido pelo próprio em entrevista televisiva e pelos arregimentados de serviço. A 2 anos de mandato e na sequência da sua ausência do poder, o regresso ao poder baseado na propaganda da falta de consistência dos responsáveis do poder, deixa antever que melhor será começar a preparar as próximas eleições com candidatos à altura, honrados, de carácter firme e sobriedade de conduta ética.

Demitir-se quando o navio está a ser atacado, preserverando o combate político assente em ideias e convicções a favor dos destinos de um país, é cobardia; demitir-se quando a afronta o atinge pessoalmente, até haver luz na escuridão de títulos conquistados de maneira pouco transparente, é humildade e, no limite, firmeza de carácter. A provar-se o contrário e a sua inconsistência, tal atitude colheria muitos frutos entre os eleitores; caso contrário, pagará por ser ou parecer agarrado como uma lapa ao poder, sem eira nem beira para se servir dele.

Uma famosa série de televisão caracterizava bem esta realidade e dava a receita ideal: demita-se senhor ministro!
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