Para voltar a acreditar que tudo seria diferente, muita volta haveria de dar este país...De que te queixas, pequeno empresário, se tens de pagar para trabalhares?É que se fizeres contas aos juros que pagas ao banco pelos atrasos de pagamentos dos teus clientes, talvez as coisas não sejam tão claras quanto supões no que toca a rentabilidade do negócio nem o custo de vida seja aquele que as estatísticas dizem ser!Estás mal? Muda de país!
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7.9.07
De que te queixas?
Para voltar a acreditar que tudo seria diferente, muita volta haveria de dar este país...De que te queixas, pequeno empresário, se tens de pagar para trabalhares?É que se fizeres contas aos juros que pagas ao banco pelos atrasos de pagamentos dos teus clientes, talvez as coisas não sejam tão claras quanto supões no que toca a rentabilidade do negócio nem o custo de vida seja aquele que as estatísticas dizem ser!Estás mal? Muda de país!
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27.6.07
Centro de Excelência
A Cruz Vermelha Portuguesa decidiu avançar num projecto único em Portugal, apoiando o neuro-cirurgião Dr. António Reis na constituição de um centro de excelência multidisciplinar para a investigação, monitorização e recuperação de pessoas especiais, designadamente acidentados ao nível da espinal medula e sujeitos à sua condição actual de tetra ou paraplegia.O centro ficará localizado num espaço da Cruz Vermelha, situado na zona de Telheiras, aproveitando as instalações que já dispõem de ginásio e piscina e especialmente habilitado para acolher pessoas nestas condições.Tendo refletido este tema e eleito como personalidade do ano 2006 o Dr. António Reis, é com entusiasmo que vemos a Cruz Vermelha Portuguesa tomar esta iniciativa arrojada e inovadora, fazendo votos que se transforme a breve trecho num estudo de caso ao nível global, bem como ali haja oportunidade de produzir conteúdos médicos e científicos inovadores ao nível da neuro-cirurgia, fisiatria, fisioterapia, sistema nervoso, endocrinologia, entre outras áreas da ciência médica.Fazemos votos também para que o projecto tenha sucesso e a Cruz Vermelha Portuguesa possa incluir outras iniciativas inovadora, associando estes conhecimentos a outras missões.conheça o trabalho do Dr. António Reis.
19.6.07
Sarcastic band - revivalismo
Sarcastic band - revivalismo Sobre certas realidades não vale a pena olhar para trás, à espera que se transformem de novo no presente, de tempo e espaço, por muito que se queira reviver algo de muito bom da nossa mundividência e boas experiências da vida. Os Sarcastic band tiveram uma curta existência e precisamente por isso, quem teve a oportunidade de os ver ao vivo e com a dita de escutar o(s) album(ns) ficou com essa sensação de muito por fazer, um mar de experiências por mostrar, um universo de sensações por viver, mas...já era! Sem se quererem fazer passar por mais uma experiência de reprise e déjà vu de muitas bandas, foi mesmo assim que os Sarcastic band ficaram: muito da vida para curtir, bons momentos de música para ouvir, a mensagem na altura para passar e...sem mais aparecimentos, deram mesmo por fim do tempo à banda! Respeite-se a sua vontade, designadamente do seu vocalista, hoje com outra mundividência para gerir. ver Sarcastic band
24.4.07
Imagem Casa Pia
Imagem Casa Pia Congratulamo-nos com o facto de ter sido lançado o concurso público para alterar a imagem da Casa Pia. Nem só de apontamentos de reparo ou crítica servem as comunicações nos blogs, tal como referimos aqui em notícia anterior, mas também serve para evidenciar factos que alterem significativamente e de forma relevante aquilo que é substancial para uma maior e melhor cidadania. Diz o povo e com alguma razão confirmada por alguma inércia das instituições públicas, "vale mais tarde que nunca".
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20.4.07
senhores e engenheiros
Senhores e engenheiros Entre o povo corre um ditado, " senhor é mais que doutor", tal a consideração popular, fruto de séculos de sabedoria: as pessoas são mais importantes que os títulos. Num tempo em que já o tempo nada vale, quando se dizia que "tempo é dinheiro", a avaliar pela salganhada da ausência da data no certificado de habilitações de José Sócrates, talvez valha a pena perguntar quanto valeu esta rasura de um simples elemento fundamental, o tempo, pedra basilar de referência na evolução da civilização e na marcação de eras. Nos dias correntes, as receitas das pessoas em Portugal são avaliadas em contos, essa moeda virtual de dimensão transnacional do mundo português, e as despesas são referidas em euros; é tal a disparidade de sentimentos da população trabalhadora deste país em relação à sua realidade presente, que já será de todo indiferente o que e qual é ou não a qualificação de José Sócrates. Ressaibiados e extremistas, algumas vozes ainda tem a lata de se escandalizarem quando Salazar é escolhido como o melhor português de sempre. Será de facto ou é a percepção da diferença de carácter, atitude e firmeza na condução dos destinos do país? Sinais dos tempos sentirão outros, perante os atentados que são feitos às elites e determinados sectores do poder do estado, funcionários públicos entre os mais atingidos na baixeza da consideração por eles, e por fim, os atentados aos construtores dos elementos base da cultura de um país. Certamente, será difícil ultrapassar esta prova de fogo sem sair chamuscado da voragem política e da notícia preparada com zelo, amparada pela simplicidade de uns quantos favores prometidos e na ausência da sua prestação dos compromissos. A quem serve toda esta parangona da chicane política? Aos sicários e mercenários do poder é com toda a certeza; ao país de pouco servirá e à sua imagem a nível internacional; finalmente, sobre o povo, a quem deveriam servir os políticos e quantos se dedicam ao serviço público, é que se abate o efeito de dirigentes com curto pudor e sem escrúpulos. Bem ajam todos os que contribuiram de forma significativa para a revelação de tamanha hipocrisia e da oferta de verdadeiras pechinchas noticiosas em tempo de saldos de verão antecipados. Quem se proclamava como o paladino da inovação, da transparência, da moralidade, de ter estratégia e visão para o país, ter a honradez e obter a explicação transparente de como se consegue um título académico, já é outra música! Todavia, tenhamos em conta que não é só esta personalidade, pois nos idos da revolução dos cravos, tomados de assalto os registos das universidades, quantos serão afinal os actuais políticos e titulados académicos que granjearam o seu título com a falcatrua? Muitas destas pessoas dirigem hoje os destinos de muitas entidades, instituições públicas e empresas, mas como há pouco hábito em Portugal de fazer o rastreio destas titularidades e de confirmar referências, de facto pouco vale o título académico para além da experiência profissional adquirida na base do saber e do que efectivamente se sabe com a experiência da vida A realidade nua e crua é esta: muitas destas pessoas são os responsáveis hoje pelos nossos destinos no futuro e o espectro do fartar vilanagem no mar rosa do poder é "o que está a dar". Desconhecia que os blogs fossem tão poderosos a ponto de ultrapassar o 4º poder na revelação destes escândalos, servindo para justificar a tese da cabala política, conforme referido pelo próprio em entrevista televisiva e pelos arregimentados de serviço. A 2 anos de mandato e na sequência da sua ausência do poder, o regresso ao poder baseado na propaganda da falta de consistência dos responsáveis do poder, deixa antever que melhor será começar a preparar as próximas eleições com candidatos à altura, honrados, de carácter firme e sobriedade de conduta ética. Demitir-se quando o navio está a ser atacado, preserverando o combate político assente em ideias e convicções a favor dos destinos de um país, é cobardia; demitir-se quando a afronta o atinge pessoalmente, até haver luz na escuridão de títulos conquistados de maneira pouco transparente, é humildade e, no limite, firmeza de carácter. A provar-se o contrário e a sua inconsistência, tal atitude colheria muitos frutos entre os eleitores; caso contrário, pagará por ser ou parecer agarrado como uma lapa ao poder, sem eira nem beira para se servir dele. Uma famosa série de televisão caracterizava bem esta realidade e dava a receita ideal: demita-se senhor ministro!
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