O executivo camarário de António Costa em Lisboa descobriu agora como equilibrar as finanças autárquicas, exemplo que deverá ser seguido por todo o país dos edis portugueses.Não fora a medida ser desadequada, uma vez que o mal está a montante, quando se verifica a total falta de respeito pelo cidadão e o massacre da sua contribuição financeira para o esforço de vida comunitária por parte dos fósseis da construção civil que dominam o país, quando se verifica a inexistência de contratos efectivos que derimam o retorno de capitais e multas para os municípios e destes para os cidadãos.Agora é que se pagam favores políticos e se encaminham responsáveis políticos a cargos nas próprias construtoras, na sequência do assalto aos bancos e sistema financeiro português, em geral, sem que haja a preocupação da justiça em averiguar estas questões.Pois o executivo camarário de Lisboa resolve anunciar com pompa e circunstância que dos 5,2 milhões de euros em dívida, vai ficar em casa, vulgo saldo de contas, com as medidas adequadas: a primeira medida, ressarcindo-se de prejuízos nos atrasos das obras do Túnel do Marquês, tão contestado na oposição a Santana Lopes, recusa-se a pagar 3,7 milhões de euros à construtora, eliminando cerca de 70% da dívida pública; a segunda medida, na nossa proposta de resolução pública da dívida da Câmara Municipal de Lisboa, o restante da conta remanescente, acrescido de juros à taxa bancária do empréstimo obtido junto dos bancos, é enviar ao Sr. Sá Fernandes pela implementação da providência cautelar, que ajudou ainda mais para o atraso da obra e a contribuir para o desgaste do erário económico e financeiro dos lisboetas e da sua edilidade. Aguente-se agora que é da obrigação e isto não é só falar e ter louros de justiceiro anti-corrupção!
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4.5.08
9.11.07
Portimão em obras
Segue-se a monumental desconfiança sobre as previsões das obras estatais sobre as previsões de reparação da ponte velha em Portimão, com pedras saídas há anos sem que alguém se assuste nem repare no caótico trânsito da cidade.A avaliar pela reparação do pavimento e da taxi way do aeródromo municipal na Penina-Alvôr, algo que deveria ser efecttuado em 3 dias e começado há mais de um mês, com a indelicadeza da ausência de aviso dos principais interessados nacionais e estrangeiros, ainda nem sequer uma marca de pintura levou no asfalto, eis que 15 meses dá para esboçar um largo sorriso sobre os prazos, a incompetência e a promiscuidade da inspecção e avaliação de obras.Quem queira acreditar, sabemos que a circulação se voltará a fazer daqui a uns bons 3 anos ou mais, sem que se chateiem muito por estas bandas...o turismo é que manda!??!
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